Iansã

Iansã, também conhecida na Umbanda e no Candomblé como Oyá, é um Orixá muito popular e famoso no Brasil.

Iansã traz muito forte a questão do empoderamento feminino, um tema muito falado atualmente mas que podemos ver, através de Iansã, que isso já vem de muitos anos.

Iansã traz essa luta interior, com nós mesmas, nos entendendo, nos fortalecendo, para que a gente se conheça e enfrente nossos medos.

“Mulheres, devemos nos unir, devemos cooperar umas com a outras, devemos somar as nossas forças.”

Iansã é uma orixá africana que comenda as tempestades, raios, trovões e ventos. Ela representa o movimento, o fogo, a ânsia de mudança, de deslocamento.

Ela está relacionada a dois elementos contraditórios, a água e o fogo, e isso influencia diretamente em sua personalidade.

Iansã domina na espiritualidade os eguns, espíritos recém desencarnados. Esses são entregues a ela pelas mãos de Obaluaiê, que preside o desencarne. Iansã utiliza o eruexin, instrumento mágico que conduz e subjuga os espíritos sem evolução. Dentre seus adornos está também a espada, pois trata-se de uma orixá guerreira.

Ela representa a força feminina e das mulheres que querem se firmar em um “mundo masculino”. Seu temperamento é ardente, intenso e transgressor.

Iansã pode ser traduzido como “a mãe do céu rosado” ou a “mãe do entardecer”, sendo assim, o rosa é a cor de Iansã por excelência, porém, ela também se manifesta através do amarelo, marrom e vermelho.

Filhos de Iansã

Os filhos de Iansã recebem dela um pouco de sua personalidade forte e franca. Normalmente são pessoas carismáticas e atraentes, são muito temperamentais, adoram seduzir, valorizam sua liberdade, são determinados e bons líderes no trabalho e têm o pensamento bem à frente do seu tempo.

Não poderíamos esperar menos dos filhos dessa Orixá guerreira.

Orixá de sentimentos intensos, representa a sensualidade e as paixões avassaladoras. Ela ama ou odeia com a mesma intensidade, com ela não existe meio termo.

Por ser uma guerreira, Iansã está sempre presente em campos de batalha e em caminhos onde riscos e aventuras se misturam, mas ela não deixa de lado o seu lado feminino e vaidoso.

Iansã não aprecia afazeres domésticos, está sempre longe do lar.

Em algumas lendas, podemos ver que Iansã não é dada a picuinhas, mostrando que nada nela é medíocre ou discreto. Iansã é aquele tipo de mulher que quer um homem ao seu lado para ser seu companheiro e não para dominá-la, nem sustenta-la.

Iansã é a quebra dos limites impostos pelas normas, que impedem o desenvolvimento do espírito. Ela progride, de forma dinâmica, em direção aos aspectos regressivos, trazendo uma nova vida aquilo que estava morto.

Dia 29 de junho teremos Círculo de Mulheres – As Guerreiras de Iansã, venha participar desse dia especial, dessa fascinante vivência.

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Quer saber um pouco mais sobre As Guerreiras de Iansã? Clique aqui e assista o vídeo que preparamos.

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Como acender vela para o anjo de guarda?

Cada um de nós tem um anjo de guarda que está conosco desde que nascemos. Nosso anjo é especificamente designado para nós e eles viajarão conosco todos os dias de nossas vidas.

É reconfortante saber que o olhar atento do nosso anjo de guarda está sempre próximo. Por isso é importante mantermos uma conexão com o nosso anjo, e uma forma de fazer isso é acendendo a vela para ele.

Porque eu acendo vela para anjo de guarda?

Porque a vela de anjo de guarda é uma proteção, ela é a sua conexão com uma proteção espiritual. Ela ajuda a dar mais clareza na mente, clareza nas emoções, a ver e agir com mais sabedoria, porque ela vai te colocar em uma energia superior de vibração.  O anjo de guarda vem trazendo uma força para o seu campo energético, pra sua aura, pra sua cabeça, pra sua visão.

Aonde eu vou acender a vela para o anjo de guarda?

Você pode ascender um altar, se tiver um em casa, se não tiver um altar, é legal que você escolha um espaço, e deixe ele separado e arrumado para esse ritual.

O que preciso usar para acender a vela?

Você vai precisar de um pires de cerâmica, de preferência na cor branca, um copo para o mel (o mel é um elemento agregador, ele vai ajudar a trazer essa presença e alimentar o seu campo com essa vibração de amor, de serenidade, de doçura), um copo para a água (a água é um filtro, tanto que quando a pessoa está muito carregada, você vai perceber que a água vai estar cheia de bolinhas, parecendo uma água gasosa, não beba essa , ela não é para beber, ela vai estar funcionando como um filtro, a água é muito receptiva, então ela vai fazer essa função de filtrar, de purificar) e uma vela branca. Dê preferência por copos brancos ou transparentes.

A vela você pode utilizar a palito, que dura em média umas 2 horas, a vela de 12 horas ou a vela de 7 dias.

Se usar a vela de 7 dias, não retire o plástico que a envolve, pois assim ela se mantem firme.

Sempre que a vela terminar, você deve descartar o mel e a água, pode ser na pia mesmo, limpar tudo e colocar mel e água novos para um novo ritual.

Em qual horário do dia posso acender a vela?

No horário em que você realmente puder parar, sem pressa, para se conectar com o seu anjo da guarda. Se você tiver algum compromisso e tiver tempo certo para acender a vela e sair, o melhor é aguardar para um outro momento, porque a forma que você acende, a energia que você passa para a vela faz total diferença.

Qual o processo para acender a vela do anjo de guarda?

Segure a vela na mão, e faça um movimento de limpeza, como se você estivesse retirando as impurezas que possam estar presentes, porque a vela passa de mão em mão até chegar até você, então faça esse movimento com intenção de retirar a energia que está na vela.

Depois disso, segure a vela com as duas mãos, e faça movimentos passando a sua energia para a vela e fazendo a sua oração para o seu anjo de guarda.

É muito legal também você dar um nome para o seu anjo de guarda, e não fale para ninguém, isso fica entre você e seu anjo de guarda, assim fortifica ainda mais essa conexão e também impede que outras pessoas tentem entrar em contato com intenções que não sejam positivas.

 Depois de feita sua oração, energizando a vela, coloque-a no pirex. Gosto de esfregar as mãos para energizar os chacras das mãos. Com as mãos empostas, peça (orando) que ative esse espaço mágico, que te conecte com seu anjo de guarda (nesse momento, faça uma oração para ativar esse espaço mágico).

Depois, você vai levantar a vela acima da cabeça, e com o fósforo você vai acender a vela, segurando com a mão direita, nesse momento você evoca a presença do seu anjo de guarda (mantendo a vela acima da cabeça), peça que ele envolva o seu mental em sua vibração sagrada, que te guarde, que te proteja, que te ilumine.

Coloque a vela no topo da cabeça.

Esse momento agora é muito importante, pois você vai visualizar a chama da vela indo até o universo, encontrando o seu anjo de guarda. Fique o tempo necessário nessa visualização.

Sentiu que conectou com o seu anjo de guarda, você vai dar sete voltas na cabeça, em sentido horário, visualizando essas 7 voltas, envolvendo os seus sete chacras principais.

Finalizou as sete voltas, agradeça (Amem), agora coloque a vela no pires.

Fazendo a firmeza do seu anjo de guarda dessa forma você pode colocar a vela em um local abaixo da cabeça, porque a firmeza inteira dele foi feita acima da cabeça, pegando do topo da sua cabeça para sua aura inteira.

Então, essa firmeza te dá essa possibilidade de colocar a vela abaixo da cabeça. Se não for feito dessa forma, você acende a vela em um lugar alto, acima da cabeça e deixe ela queimando.

Se a vela apagar, você tem que refazer todo o ritual, não é apenas acender.

Quando ela apaga mais de 3 vezes, você deve jogar a vela fora, porque ela pode ter puxado uma energia mais densa, ai você descarta essa vela e acende outra, fazendo todo o ritual novamente.

Toda semana, acenda sua vela para o anjo de guarda, cuide de você, cuide do seu anjo de guarda. Mantenha essa boa conexão com seu anjo de guarda.

 


Em nosso canal no Youtube você pode ver o vídeo completo, ensinando o passo a passo para acender a vela para o seu anjo da guarda, clique aqui para assistir ao vídeo.

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Espero que tenha gostado do nosso artigo, fique à vontade para compartilhar!

A carta que rege 2019 – O Enforcado

Com o tarô, temos a oportunidade de não sermos pegos de surpresa sobre a energia que vai envolver, sobre certos acontecimentos que nos aguardam durante o ano. Mas, devemos sempre encarar cada ano que entra como uma possibilidade de renovação dos desejos, das atitudes e das esperanças sobre aquilo que queremos.

Como identificamos qual arcano vai reger esse ano?

Somando os números do ano, então se eu somo 2+0+1+9 eu tenho o número 12, e esse número é o Arcano do Enforcado. A carta do Enforcado é uma carta negativa, independente da carta ser positiva ou negativa, cada carta tem os dois aspectos, em equilíbrio e em desequilíbrio. Essa carta, normalmente é associada a bloqueios, privações e frustações. O ano de 2019 irá exigir de cada um frequentes revisões de atitudes e comportamentos.

Como esse arcano influencia no campo da saúde?

O Enforcado em desiquilíbrio nos faz ver o quão incômodo pode ser esta posição invertida. Cansaço, dores, perca da fé, depressão, complicações que por conta de descuido constante, podem ser frequentes e cada vez mais sérias.

Uma visão importante

Nesse ano é essencial olhar para o outro com humildade, não se colocar superior nem inferior aos outros e sim assumir seu lugar e suas escolhas, nas quais devem ser feitas com amor.

Há um chamado para ver as necessidades da humanidade, independente do país, raça ou quaisquer outras diferenças.

Se você não conseguir se compadecer pela dor do outro, talvez você não esteja conseguindo se compadecer pela sua própria dor.

Olhe para sua dor, olhe para suas necessidades, olhe para as carências, olhe para aquilo que está faltando, para aquilo que você não está se respeitando, para os excessos que você tem cometido, então cure a sua ferida, porque só com essa ferida curada, você vai conseguir enxergar o outro com amor e se compadecer com a dor do outro.

Mantenha o equilíbrio emocional para passar pelas situações difíceis e diminuir o medo da vida e da morte.

Seja verdadeiro consigo mesmo, suas atitudes para com o próximo precisam ser verdadeiras, de coração!

O tarô nos mostra muitas formas de interpretação das cartas, usando sua intuição e as tiragens. Venha fazer o curso de Tarô e Baralho Cigano.

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Gostou do artigo e tem interesse em saber um pouco mais sobre o Enforcado, clique aqui para assistir o vídeo que preparei.

 

 

 

 

 

Deusa Uzume – Use mais o humor na sua vida!

Deusa da alegria, da felicidade, do riso, essa é a Deusa Uzume. Uma deusa borbulhante com uma personalidade efervescente, e o principal mito a que ela está associada é fantástico.

O irmão de Amaterasu, uma deusa do sol, em um ataque de ciúme, matou um cavalo e atirou-o a seus pés, deixando-a profundamente ofendida e magoada. Devido a isso, Amaterasu se escondeu no fundo de uma caverna. Mas isso era um problema, pois ela era uma deusa do sol, e levava a luz com ela.

Os deuses e deusas imploravam para que ela saísse, mas ela se recusava, só que Uzume teve uma ideia. Ela colocou um espelho fora da caverna e uma banheira, na qual ela dançou. Essa dança foi muito cômica e obscena quando Uzume tirou suas roupas e se revelou, fazendo com que os deuses e deusas rissem e causassem um grande tumulto. Com isso, a curiosidade de Amaterasu tirou o melhor dela e ela foi até a entrada da caverna. Da entrada, ela avistou seu reflexo brilhante no espelho e foi atraída para fora. Uma vez fora, os deuses e deusas a agarraram e selaram a caverna atrás dela para que ela não pudesse recuar para dentro novamente. As deusas pediram a Amaterasu que retomasse a sua função divina, e ela concordou. Viu tanta alegria e gargalhada que ficou feliz em estar fora da caverna.

Essa história nos mostra como Uzume usou o humor para resolver uma situação difícil, e que ela também não teve receio em se expor e deixar que as pessoas rissem dela. Uzume sabe sobre o poder do riso e do humor, e não tem medo de usá-lo.

Ela é associada tanto a dança quanto a percussão, enquanto seus pés batiam na banheira criando um ritmo para sua dança.

Essa dança hilariante demonstra o forte poder de cura da dança, ritmo e riso.

Uzume diz que a totalidade é alcançada quando você decide-se a rir e a enxergar o hu-mor em todos os desafios da vida.

Nos dias em que se sentir um pouco triste, onde tudo parecer escuro, sem previsão de luz para iluminar seu caminho…. DANCE!

Uma boa maneira de se conectar com Uzume é fazendo o que ela mais gosta de fazer: dançar! Dance e cante livremente, libertando-se de toda a tristeza, desprendendo-se de todos os problemas.

Conheça o Círculo Sagrado do Amor ao Feminino, a cada encontro iremos evocar uma Deusa e identificar o que ela representa para nós.

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Deusa Minerva – Crenças

DEUSA MINERVA – CRENÇAS

CRENÇAS

Sou aquilo que penso.

Minha vida é formada e moldada

pelo que digo a mim mesma.

Quem sou no mundo

é o que penso que sou.

O que tenho no mundo

é o que penso que posso ter.

O conteúdo da minha mente

é o que eu escolho.

Eu descarto, corto, jogo fora

aquilo que não contribui para nada.

O que os outros pensam de mim

é a história deles

e diz muito mais sobre eles

do que sobre quem eu sou.

Na minha jornada

eu me certifico de que aquilo que carrego

seja de minha própria e cuidadosa escolha

e me sirva bem.

 

MITOLOGIA

Minerva, deusa romana e etrusca da inteligência, da criatividade, da sabedoria, das habilidades domésticas e manuais, era a protetora dos artesãos, de todas as pessoas cujo trabalho manual era guiado pela mente. Seu nome vem da antiga raiz da palavra “mente”. Minerva aparece aqui com sua árvore, a oliveira. Ela usa uma égide, um peitoral ladeado por serpentes, e uma coruja em seu toucado que a identifica como a Deusa da Morte e dos mistérios mais profundos.

SIGNIFICADO DA CARTA

Minerva veio para dizer que está na hora de examinar as suas crenças e mudá-las, se elas não alimentam a sua totalidade. Como pensamentos velhos, desgastados, insalubres estão minando a sua vida, a sua energia e a sua felicidade? Você acredita no que as outras pessoas pensam e/ou dizem a seu respeito? Você ainda está rodando a fita de mensagens negativas que seus pais e/ou as pessoas que tomavam conta de você lhe deram quando era criança? Você acredita no pior sobre si, ou no melhor? Suas crenças são rígidas demais para permitir e apoiar sua evolução? Todos nascemos com uma história. Se vamos viver a história com que nascemos ou criar uma história que alimente tudo que queremos ser é uma escolha nossa. Minerva diz que a totalidade é cultivada quando você se vê em todos os seus aspectos – tanto os sombrios como os luminosos – escolhe suas crenças para que sirvam ao mais alto benefício.

MINERVA – Oráculo da Deusa – Amy Sophia Marashinsky

 

FALANDO SOBRE CRENÇAS LIMITANTES

Crenças significa aquilo que eu acredito ser verdade, mas nem sempre é de fato uma verdade.

Somos feitos de crenças! Crença de quem eu sou, de quem eu não sou, o que posso e o que não posso. Crenças religiosas, crenças sociais, crenças internas. O que posso concluir é que somos muitas crenças!!!

Na minha visão as crenças têm seu lado positivo e negativo, como tudo o que existe neste mundo. Mas é importante sempre observar se estas crenças que você carrega está te paralisando ou se está estimulando seu crescimento.  Para isso é importante um olhar observador e livre de auto piedade, vitimismo, justificativas que não irá servir de nada a não ser te manter numa estagnação doentia.

Algumas crenças são fundamentais em determinada fase da vida, mas superados os desafios do momento, uma nova transformação é necessária, crenças são desfeitas e novas são estabelecidas para estimular o contínuo desenvolvimento do ser.

Trazendo este tema para o universo feminino, relembro do nosso poder de transformação, morte e renascimento também das crenças. Quantas são as crenças que nos foram impostas:

– Crença de inferioridade: “lute como um homem…”

Lutamos como mulheres, somos guerreiras, fortes e indomáveis!

– Crença de que nascemos para gerar filhos e casar, somente assim a mulher será feliz e completa. : “Casou? E quando terá os filhos?”

Somos mulheres geradoras, não só de filhos mas de idéias, de trabalho, de tudo! Somos o poder da geração. Não limite nosso poder de gerar somente no físico, gerando uma criança em nosso ventre! Em nosso ventre gestamos tudo! Tanto no ventre físico quanto no energético!

Casar? Nem sempre é o que queremos. Filhos? Nem sempre é o que queremos.

Somos maternidade , mas não somos somente isso. Sou feliz solteira e sou feliz sem filhos também!

– Crença da fragilidade e dependência: “Mulher, sexo frágil”

Frágil? Fala sério! Somos fortes, resistentes, determinadas e resistimos a  dores que somente as mulheres sabem! O parto, o medo de ser estuprada, o trabalho dentro e fora de casa, as injustiças de direitos diferenciados entre homens e mulheres.

A mulher foi treinada a anos a depender emocionalmente dos homens, do pai, do marido, do filho…. Vamos mudar esta crença! Não estamos sozinhas! Somos muitas e somos fortes, independentes, magnificas, criadoras, divertidas, transformadoras, corajosas e podemos contar com as mulheres para sermos mais fortes!

 

Desejo a todas as mulheres a consciência de saber quem somos e do poder que temos! A consciência da diferença e também da igualdade entre homens e mulheres. A consciência do respeito a si próprio, as outras mulheres e aos homens. A consciência do SER MULHER!

 

Salve Minerva! Salve a Grande Deusa!

 

Vanessa Santos

 

 

Oração da Mulher Sagrada – Dia Internacional da Mulher

 

Sagrada Força Feminina te saúdo e sinto tua presença se manifestando em meu Ser
Através de meus pensamentos, palavras e ações
Deixo que a Divina Presença da Mãe Cósmica me oriente com sua infinita sabedoria
Ela está chegando, sinto sua Dança!
Ela está falando, ouço sua canção de Amor!
Ela está dentro e fora nas coisas mais simples e por isso perfeitas
E seu templo sagrado é meu corpo de Mulher
Seu pensamento agora é meu pensamento
E só penso em Amor, só sinto Amor, e só vejo Amor
O mundo que percebo é fruto da minha percepção de Amor
E assim crio a minha realidade
Abençoo meu dia e honro minha Deusa de mil nomes
E assim crio a magia que me ilumina e protege
Saúdo a noite e honro minha Mãe Lua, suas sagradas fases comandam meu corpo de mulher
E assim me preservo saudável e com meus ciclos femininos em perfeita harmonia.
Saúdo a Incognoscível, e assim honro e preservo meu poder oculto.
Saúdo as Forças da Natureza para que a Mãe Terra me proteja
E me oriente no Norte, no Sul, no Leste e no Oeste.
Honro a terra onde piso, a água que bebo e o meu alimento,
Pois sei que tudo que fizer a esta Terra voltará para mim e para meus descendentes.
E assim me conecto ao coração de Gaia e a sua proteção maternal.
A Deusa cuida do meu corpo e da minha alma
E assim estou em perfeita sincronia com o Universo
Do meu coração flui seus ensinamentos, suas palavras de sabedoria e sua força infinita
E assim realizo minha divindade humana
Em minha alma o Sagrado Feminino e o Sagrado Masculino se uniram em Amor e Êxtase
E assim descobri o equilíbrio onde o ser humano deve estar
Todo o Amor que nutre minha existência vem da Fonte Divina
Por isso não preciso que nenhum ser humano o faça por mim
A Deusa abençoa meu corpo com seus sagrados encantos
E assim a beleza da minha Alma se reflete em meu corpo feminino
Da minha mente fluem os pensamentos e a criatividade
que fazem minha existência ser especial e singular
E assim realizo minha vocação maior
Preservo meu coração limpo e leve como uma pena
E assim me permito ser livre e feliz para sempre
E que Assim Seja, porque Assim É!

Autor desconhecido

Ilustração: Julie Dillon

Está é uma oração para ser afirmada sempre! Hoje ,08 de março, Dia Internacional da Mulher, devemos nos lembrar que todo dia é para ser celebrado como nosso! E que devemos sempre procurar unir nossas forças, em Círculos Sagrados, em família, no trabalho, com as amigas, e em qualquer lugar .

” Quando uma mulher incentiva o voo de outra mulher, ela está dando asas a si mesma!”

Com muito amor! Um Salve as Mulheres!!!

 

Entrando 2019 com Pé Direito

Ereshkigal e Inanna: A história que toda Mulher deveria saber!

Sempre gostei e me interessei muito pelas Deusas, seus mistérios e conhecimentos. Mas esta história , nesta versão, (existem muitas) me tocou, e de uma forma tão clara mostrou a profundidade do mistério que existe no contato com estas Deusas, Ereshkigal e Inanna 

Então, vamos lá:

Era uma vez e não era uma vez uma Deusa chamada Inanna. Inanna é uma “deusa do céu”, brilhante, ativa, sensual e alegre. Sua vida flui de forma relativamente suave até o dia em que ela foi visitar sua cruel irmã , Ereshkigal, que vive no mundo subterrâneo e cujo nome significa literalmente “a senhora do grande lugar que fica abaixo”.

A história começa quando o marido de Ereshkigal morre e há um funeral no mundo subterrâneo. Inanna sente-se impelida a comparecer ao funeral e a fazer uma viagem pelo domínio de Ereshkigal. Ela precisa descer a um lugar do qual, na realidade, não gosta, uma região com a qual não tem familiaridade, um lugar que não é o seu mundo. Quando Inanna chega ao primeiro portão do mundo subterrâneo, Ereshkigal a recebe com o olhar sombrio e venenoso: “Como te atreves a vir ao meu reino? Mesmo sendo minha irmã, eu te sujeitarei ao mesmo tratamento que todas as almas recebem quando penetram o mundo subterrâneo”. Ereshkigal está de péssimo humor e, quando se sente dessa maneira, todos à sua volta sofrem. Ela não pára para considerar que Inanna veio para estar a seu lado no funeral de seu marido. Ereshkigal não está interessada em ser razoável ou justa. Ela representa a raiva global e primitiva da criança: quando está zangada ou infeliz, tudo é ruim e nada vale à pena.

Sete portões levam às profundezas do mundo subterrâneo. Ereshkigal ordena a Inanna que passe através desses sete portões,e em cada um deles a rainha do céu deve tirar uma parte de suas roupas: sua túnica, seu vestido, suas jóias – até chegar à parte mais profunda do submundo completamente nua. Aí, ela é então instruída a curvar-se diante de Ereshkigal, para honrar a força que a desnudou. Podemos ter que abandonar as coisas através, das quais temos até agora retirado nosso senso de identidade. Relacionamentos, empregos, sistemas de crenças, posses ou outras formas de apego podem nos ser tirados e levados embora, ou perdem sua validade ou apelo. E ainda assim, no mito, Inanna é obrigada a curvar-se diante de Ereshkigal – a honrar a força que a desnudou como se esta fosse uma deidade. Ereshkigal é uma deusa, uma deusa sombria, mas ainda assim uma deusa. É uma divindade através da qual opera uma lei mais alta e deve ser honrada como parte da vida que é. Sermos despojados de nossa identidade e de nossos apegos não é uma coisa agradável: trata-se de algo que sentimos mais como uma maldição do que como o trabalho de uma divindade. Embora possa ser difici1 de compreender, Ereshkigal serve.a um propósito mais elevado. Entretanto, a natureza desse propósito nem sempre fica clara de imediato. De fato, no caso de Inanna, a situação parece piorar mais ainda. Como se desnudá-Ia completamente e fazê-Ia curvar-se não fosse punição suficiente, Ereshkigal em seguida mata Inanna e pendura seu corpo num gancho para que aí apodreça. Aquela que fora uma deusa dos céus, feliz, bela e florescente, fica dependurada no mundo subterrâneo como se fosse um pedaço de carne morta apodrecendo pouco a pouco.

Isso é o que Ereshkigal faz a irmã, fará com qualquer criatura em certos momentos da vida, banindo-nos para um lugar onde nos sentimos podres e um lugar feio, nojento, depressivo, solitário e abandonado.
Esses .sentimentos sempre estiveram em nós, escondidos nos lugares mais escuros de nossa psique, deixado pelos traumas de infância ou por experiências passadas . Podemos nos dedicar com sucesso contra tais estados emocionais, mas Ereshkigal encontra uma forma de fazer com que os enfrentemos.

Enquanto isso, Ereshkigal – que acaba de perder seu marido e de matar sua irmã, está dilacerada pela tristeza e pelo rancor, também esta grávida e passando por um trabalho de parto difícil. E ainda por cima, está descontente com seu papel de deusa do mundo subterrâneo. Quando criança, ela fora violentada e, por punição, banida para aquele mundo, de maneira que ainda guardava rancor pela injustiça que sofrera. Ereshkigal não representa somente a morte e a decadência, mas simboliza também os instintos ultrajados da criança zangada, ferida e frustrada que muitos de nós continuamos a trazer no interior, a despeito de quanto tentamos ocultar esses sentimentos. Com Inanna morta e a vingativa Ereshkigal nas agonias de um parto doloroso, alcançamos o ponto mais triste da história. Entretanto, embora algo esteja morto, uma coisa. nova esta nascendo. A morte exige um nascimento, e um nascimento exige uma morte. Antes de empreender sua jornada pelo mundo subterrâneo Inanna sabiamente havia instruído sua serva Ninshubar para que a salvasse, caso não houvesse retomado do reino escuro de sua irmã em três dias. Inanna sabia que teria que entrar no mundo subterrâneo mas sabia também que não podia ficar presa naquele mundo. Ela quer descer a um lugar escuro, mas toma precauções que garantam que voltará outra vez para cima. Três dias se passam e Inanna não retorna, de maneira que Ninshubar, em desespero, pede socorro. Aproxima-se do pai e do avô paterno de Inanna, suplicando-Ihes que façam o que puderem para resgatá-la. Ambos respondem que nada podem fazer para alterar as determinações de Ereshkigal. Temos aqui duas figuras masculinas fortes que não têm poder sobre Ereshkigal, significando que a prerrogativa “masculina” da força e da capacidade de subjugar (que por sua própria natureza tentariam sobrepujar, suprimir ou combater um oponente) não é o. Que se necessita para lidar caiu à deusa sombria. Adotar uma atitude heróica contra Ereshkigal não funciona. Se tentarmos combatê-Ia, sua reação será mais rancorosa e feroz do que antes. Finalmente Ninshubar chega até um deus chamado Enki, avô materno de Inanna, conhecido como deus da água e da sabedoria. Trata-se de um deus fluido e compassivo, que compreende as leis do mundo subterrâneo. Em algumas versões do mito, é retratado como um ser bissexual, ao mesmo tempo macho e fêmea: ele pode ser violento, mas também é flexível e maleável. Enki concorda em fazer o que puder para salvar lnanna. Usando sujeira que retira do vão de suas unhas, molda duas pequenas figuras, os “Lamentadores”- criaturinhas minúsculas, andróginas e discretas. Sussurando-Ihes algumas palavras de advertência, ele as manda descerem ao mundo subterrâneo para resgatar lnanna. Parece ser inacreditável que essas figuras minúsculas e insignificantes consigam lidar com a poderosa Ereshkigal, mas é exatamente por serem tão pequenas é que logram introduzir-se no mundo subterrâneo sem serem vistas. Elas percorrem seu caminho sem serem surpreendidas pelo lacaio de Ereshkigal e também não precisam suportar a provação do desnudamento pela qual lnanna teve que passar.

Tranqüilamente, os dois pequenos Lamentadores aproximam-se aos poucos de Ereshkigal e lnanna. Sua tarefa é salvar lnanna, mas eles a realizam de uma maneira muito incomum. Embora estejam ali para levar lnanna de volta, eles a ignoram completamente e concentram-se primeiro em Ereshkigal. Ao invés de repreenderem Ereshkigal pela morte de Inanna, eles optam pela comiseração em relação à deusa sombria, estabelecendo uma empatia. com ela. Ereshkigal, nas dores do parto, lamenta seu destino:
“Eu sou o pesar, o pesar está dentro de mim!”
Os Lamentadores apiedam-se dela: “Sim, tu que choras és nossa rainha. O pesar está dentro de ti!”
Então, porque odeia o fato de ser a deusa do mundo subterrâneo, ela chora:
“Sou o pesar, o pesar está do lado de fora de mim!”, e eles respondem:
“Sim, tu que choras és nossa rainha. O pesar está do lado de fora de ti”.
Os Lamentadores espelham o que Ereshkigal está sentindo. E fazendo-o, queixam-se e seus lamentos soam mais como uma oração ou litania. Os Lamentadores haviam sido instruídos por Enki para afirmarem a força vital, mesmo se esta se revelasse na forma de dor e sofrimento.
Mesmo na escuridão e na negatividade, ainda há algo a ser honrado, algo a ser redimido. Ereshkigal está espantada. Ninguém jamais a honrou dessa forma antes. A maior parte das pessoas passa sua vida tentando evitar a dor, a escuridão e todas as coisas que Ereshkigal representa. Mas os Lamentadores a aceitaram; deram-lhe, graciosamente, o direito de se lamentar e de reclamar. O que efetivamente estão dizendo a Ereshkigal é:
Tu tens o direito de ser. Podes reclamar e continuar reclamando tanto quanto quiseres, e ainda assim te aceitaremos.”
Ereshkigal, grata por esse tipo de reconhecimento, quer recompensar os Lamentadores e oferecíeis qualquer coisa que desejarem. E eles lhe pedem que Inanna seja devolvida. Ereshkigal concorda, aspergindo lnanna com uma nova vida, e a rainha dos céus revive, livre para retomar novamente ao mundo superior.
Da mesma maneira que os Lamentadores de Enki aceitam EreshkigaI, também podemos aprender a aceitar a depressão, a escuridão, a morte e a decadência como parte da vida, como parte do grande círculo da natureza. Precisamos estar dispostos a penetrar em nossa depressão e nossa dor, a explorá-las, senti-las, esperando que passem. Precisamos de permissão para entristecer, lamentar e sentir rancor – não apenas em relação a pessoas e coisas que perdemos, mas ainda por fases perdidas de nossa vida, ideais perdidos que não nos servem mais. A aceitação permite que a mágica da cura funcione. Somente no momento em que Ereshkigal é honrada e reverenciada como uma deidade é que nós, como Inanna, podemos retomar ao mundo superior. Essa é a lição que Enki tem para nós; é a sua maneira de nos ajudar durante trânsitos difíceis de Plutão e de nos trazer de volta do mundo subterrâneo para uma nova vida e uma nova esperança. 

A história termina com uma mudança interessante. Há uma regra que diz que, quando alguém se liberta do mundo subterrâneo, é preciso encontrar uma outra pessoa para tomar o lugar daquele que se libertou. Quando lnanna retorna ao mundo superior, procura seu consorte Tammuz, que não a ajudara quando ela estava nos domínios de sua irmã, e diz: “Agora é a tua vez; deves tomar o meu lugar no reino de Ereshkigal”. Se um componente de um sistema se modifica, então todo o sistema terá que se alterar para que possa funcionar adequadamente. Se um dos parceiros, num relacionamento, passa por mudanças psicológicas significativas, a menos que o outro parceiro também ‘se modifique, o relacionamento corre o risco de ser completamente destruído. Inanna foi despojada de tudo o que lhe dera uma identidade e foi deixada morta — e mesmo assim ressurgiu renovada. A única maneira de descobrirmos que temos a capacidade de sobreviver à morte de nosso ego é passar pela morte do ego. Quando tudo o que pensávamos ser é levado embora, descobrimos uma parte de nós que ainda existe – aquele aspecto de nosso ser que é eterno e indestrutível. Quando o que pensávamos que nos suportava é levado embora, encontramos o que realmente nos suporta.

( Adaptação de “Os Deuses da Mudança” de Howard Sasportas)

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Como tratar a PSORÍASE em 10 minutos

Vivemos em uma sociedade em que “ser aprovado” é essencial para se ter um alto padrão de relacionamento social. Manter padrões sociais de aceitação podem causar desiquilíbrios em nosso corpo e esses são a chave para o início de uma enfermidade das mais incomodas: a Psoríase.

A pele é um órgão de comunicação e percepção visível, um meio para o contato e transmissão de sensações físicas e emocionais. Este órgão atua como um canal no qual a expressão dos sentimentos são experimentados e observados. As ligações com o sistema nervoso tornam a pele o órgão que ajuda a aprender e a conhecer mais sobre o ambiente.

LEIA: As plantas e seus poderes ocultos

Os fatores causadores da Psoríase são os mais variados e muitas vezes agem em conjunto; por isso o tratamento deve corresponder às necessidades individuais. A causa do problema pode ser física, psicológica ou espiritual, não esquecendo que a relação que possuímos com a sociedade também afeta a nossa harmonia interior. No caso desta doença, a vida profissional e a expressão social devem ser reavaliados.

De 1% a 3% da população mundial, no Brasil estima-se cerca de 3 milhões de indivíduos, são afetados pela Psoríase. Ela ocorre igualmente aos dois sexos nas faixas etárias dos 15 a 20 anos e dos 55 a 60 anos. Além disso, possui um forte componente hereditário onde estão envolvidas respostas imunológicas específicas que encontram-se em repouso até que seja ativada em algum momento.

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As ervas no tratamento da Psoríasepsoriase e dente-de-leaoA luz do sol e a água do mar quase sempre atenuam a Psoríase, mas não a curam em definitivo. Assim como remédios externos abrandam a irritação ou facilitam a remoção da crosta, mas não proporcionam alívio permanente. É por isso que a medicina natural vem para lhe ajudar a resolver este problema.

Algumas ervas são tradicionalmente indicadas para a Psoríase, mas o diagnóstico correto e a consciência das necessidades individuais são importantes. Em sua maioria, as ervas são alterativas e produzirão resultados se combinadas com outras ervas, mas também é necessário mudanças adequadas no estilo de vida para que esta Terapia Natural tenha 100% de eficácia.

As ervas indicadas para este tratamento são aparine, azeda-crespa, bardana (raiz), dente-de-leão, escrofulária, salsaparrilha, trevo-dos-prados, tuia e uva-do-óregon. Algumas dessas também são hepáticas, como azeda-crespa e dente-de-leão; outras são diuréticas, como aparine e escrofulária.

Pode-se acrescentar e modificar partes iguais de:

Aparine                                                 Azeda-crespa

Bardana                                                Salsaparrilha

Você não levará mais que 10 minutos para preparar este poderoso remédio natural em forma de chá. Beba-o três vezes ao dia por um longo tempo, mas sempre acompanhado de uma alimentação saudável e bastante exercício físico.

Outras opções naturais também estão a disposição, como o uso de tônicos nervinhos é apropriado para fortalecer a reação nervosa ao estresse e às provocações da vida, em especial se há pressão alta ou sintomas cardíacos envolvidos. A agripalma e da tília, mas solidéu, valeriana e visco-branco também são benéficas. Unguenntos podem ser preparados com alteia, confrei ou morrião-dos passarinhos e o de bálsamo-de-gileade também é recomendado.

Quer saber muito mais sobre como utilizar as ervas no tratamento de doenças? Assista a 1ª Semana da Terapia Natural – O poder das ervas. 100% online e 100% gratuita, o conteúdo é dividido em 5 aulas inéditas com guias de implementação para você aplicar o que aprender na prática. As propriedades, os segredos e os inúmeros benefícios da Terapia Natural estão nesta série especial. Ela já está no ar e você pode assistir agora! Basta clicar na imagem abaixo.semana-da-terapia-natural

Remédio NATURAL e DEFINITIVO para o tratamento da úlcera e gastrite

Você sabia que o estômago é o órgão que governa as emoções do nosso corpo?

O estômago é um centro de nutrição, local em que acontece a digestão dos alimentos e das ideias. Sentir, pensar e digerir estão associados a este órgão. Por isso, considera-se que uma das principais causas da problemática estomacal é a negação das emoções básicas diante dos acontecimentos.

A gastrite e a úlcera lideram como uma das maiores reclamações em hospitais. Preocupações, nervosismo, ansiedade e medo, sentimentos comuns aos seres humanos, são as principais causas do aparecimento destas doenças. Então, o que fazer se uma delas surgir em nosso corpo?

Você pode (e deve) recorrer a Terapia Natural! Ela irá cuidar da sua saúde de forma harmônica e bem menos agressiva que os remédios alopáticos.

APRENDA MAIS: Semana gratuita da Terapia Natural – O poder das ervas

As plantas medicinais, com seus princípios ativos, são fortes aliadas no tratamento das enfermidades do estômago. Quando utilizadas na forma de chás e infusões, atingem seu potencial. Este é o caso da Espinheira-santa, uma das melhores ervas para o tratamento de problemas estomacais como a gastrite e a úlcera. As pesquisas realizadas com esta planta iniciaram-se na década de 60 estimuladas por sua eficácia até mesmo no tratamento do câncer.

Aprenda agora a produzir um remédio natural com esta planta. É muito simples e fácil de fazer.

Remédio natural para tratamento de úlceras e gastrites com a Espinheira-santa

REMÉDIO NATURAL E DEFINITIVO PARA TRATAMENTO DE ÚLCERA E GASTRITE

Um estudo farmacológico realizado em 1991 confirmou que um simples extrato de água quente de folhas da Espinheira-santa é tão eficaz quanto duas das principais drogas usadas para tratamentos: a ranitidina e a cimetidina. Estas drogas causam aumento em volume e PH do suco gástrico. Estudos toxicológicos publicados no mesmo ano, demonstraram que a erva possui segurança de uso e não tem efeitos colaterais.

Nome científico: Maytenus ilicifolia

Indicação: má digestão, gastrite crônica, dispepsia, hiperacidez, atonia, tosse, úlceras gástricas e duodenais.

Modo de preparo: adicione água fervente em 1 xícara (chá) contendo 1 colher (sobremesa) de folhas picadas. Tome esta xícara (chá) antes das principais refeições.

Modo de uso: o chá deve ser ingerido em temperatura ambiente.

As plantas medicinais vêm sendo utilizadas para auxiliar na cura de doenças e melhorar a qualidade de vida da população. É sempre importante lembrar sobre o uso responsável e consciente das plantas. Quer saber mais sobre o reino das plantas e suas propriedades medicinais? Participe da 1ª Semana da Terapia Natural – O poder das ervas100% online e 100% gratuita, a semana é dividida em 5 aulas inéditas com guias de implementação para você aplicar o que aprender na prática. As propriedades, os segredos das ervas e os inúmeros benefícios que a Terapia Natural estão nesta série especial. Ela já está no ar e você pode assistir agora! Clique na imagem abaixo e assista!

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